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quarta-feira, setembro 21

 

A Justiça de Deus

«Habituámo-nos a pensar em Deus como um homem perfeito, mas Deus não é um homem. Os critérios de Deus ultrapassam as nossas perspectivas» – esta foi a frase que me ficou da homilia do Domingo passado.
De facto, parece-me que temos uma enorme tendência para reduzir a Justiça de Deus aos nossos critérios e aos nossos horizontes, às nossas interpretações e à nossa vivência.
Gostamos de dizer (com variações mais ou menos elaboradas): “tu vais para o inferno e eu vou para o céu”; sendo que estes “tu” e “eu” têm tendência para ser literais.
Recorro a um exemplo semelhante ao que dei na semana passada: dá-nos um certo gozo ver Jesus a trocar as voltas aos Fariseus, no seu legalismo, mas faz-nos uma certa espécie quando alguns dos Apóstolos vão lembrar que até têm sofrido muito por causa d’Ele e que portanto merecem o céu e o Mestre os manda para o diabo que os carregue.
É certo que temos que lutar pela justiça, pelos direitos de todos e de cada um, lutar contra o que está mal, criar estruturas de sã convivência e de organização social. Mas a Justiça de Deus vai mais longe que tudo isso e é Essa que tem que estar sempre no nosso horizonte último.

Rui Almeida [POESIA DISTRIBUÍDA NA RUA.]

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